
A Organização Mundial da Saúde definiu essas fases em 1999 em seu plano de preparação para uma pandemia de vírus influenza. O plano da OMS foi revisto em 2005, com as lições aprendidas no surto de gripe aviária e da Sars. Esse plano inclui: planejamento e coordenação, acompanhamento da situação e contenção da infecção, resposta dos sistemas de saúde e comunicações.
Análises preliminares do material genético do vírus da gripe suína indicam que ele é uma mistura de duas variedades que já circulavam há tempos em porcos da América do Norte e da Eurásia.
As cepas que originaram a atual causadora da gripe suína nunca tinham se mostrado infecciosas para seres humanos.  Um detalhe importante da cepa eurasiática, herdado pela atual versão do vírus, é a configuração do gene da neuraminidase -- o N da sigla H1N1 --, molécula que controla a saída do vírus de células infectadas para outras células.
Essa versão da neuraminidase nunca circulou em seres humanos, o que provavelmente explica a falta de imunidade das pessoas ao vírus.
Fonte: HBC